IMPRENSA

 

Para Machado Meyer, governos e Receita são insensíveis em relação às empresas que atuam no país

O Machado Meyer Advogados tem dois novos sócios de mercado de capitais e Direito Societário na unidade de São Paulo: Elie Sherique e Thiago Spercel. Com eles, a banca fundada em 1972 soma 53 sócios.

Quando recebeu o primeiro convite para sentar em uma cadeira de conselheiro na empresa de autopeças Plascar S/A, o advogado paulistano Mauro César Leschziner tinha apenas 34 anos. Até então a possibilidade de ser cotado para ocupar esse tipo de posição nunca havia lhe ocorrido. “Eu era muito jovem, estava focado em outras coisas e nem considerava participar de conselhos”, afirma. Hoje, aos 44 anos, além da Plascar, Mauro também compõe o board da empresa de educação executiva Affero Lab e concilia as duas funções com o cargo de advogado no escritório Machado Meyer. “No começo, você sente um pouco o peso da idade, mas depois se acostuma e começa a entender como a empresa e as concorrentes operam. Por não estar inserido no mundo corporativo, tive de estudar mais e dedicar mais tempo aos números. É um aprendizado que eu nunca teria advogando”, diz.

Uma discussão relevante para a arbitragem pode ser julgada este ano pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Corte decidirá se cabe à Justiça ou à arbitragem decidir conflito bilionário que envolve a Petrobras, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) e o Estado do Espírito Santo. O pano de fundo do conflito é a cobrança pela agência reguladora de uma participação especial da companhia na exploração de óleo e gás nos campos do Parque das Baleias no Espírito Santo.