A sala de reunião está tensa. O diretor de operações acaba de relatar o incidente. O CFO reage: É mesmo grave? Vamos aguardar mais dados. O diretor jurídico pondera: Precisamos saber se a responsabilidade é nossa. O CEO encerra: Não vamos nos precipitar. Vamos monitorar. Três dias depois, o caso está na imprensa. Seis semanas depois, a empresa negocia um acordo milionário. Um ano depois, ainda tenta reconstruir a confiança de clientes e investidores.
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(Migalhas - 18.03.2026)
