Às vésperas da retomada, no Supremo Tribunal Federal (STF), do julgamento que pode alterar a distribuição dos royalties do petróleo e da participação especial, entidades como a Firjan e o Instituto Todos Pelo Rio reiteram a estimativa de risco fiscal e perdas de receitas entre R$ 50,7 bilhões e R$ 110 bilhões anuais em caso de mudança. Especialistas ouvidos pelo Estadão/Broadcast avaliam que, diante do ambiente jurídico mais complexo, o debate deve ser adiado.
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(O Estado de S. Paulo - 05.05.2026)
