Em manifestação enviada ao Tribunal de Contas da União (TCU) em maio do ano passado, o Banco Master rechaçou uma crise de liquidez ou risco sistêmico em sua estratégia de negócios, além de refutar insinuações sobre motivação política na operação de R$ 12,2 bilhões com o Banco de Brasília (BRB). Esse era, na época, o diagnóstico do Ministério Público junto ao TCU, que apontava os riscos ao BRB no processo de aquisição. Seis meses depois, o Banco Central acabou decretando a liquidação do Master por conta de uma grave crise de liquidez e fraudes nas carteiras de crédito vendidas ao banco estatal de Brasília.

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(O Globo - 06.04.2026)