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Em meados de 2010, o investimento chinês no Brasil inspirava cautela. “A preocupação era que eles comprassem o Brasil inteiro sem gerar valor agregado e transferir tecnologia”, afirma Fernanda Barroso, diretora geral da Kroll, consultoria especializada em gestão de riscos e investigações corporativas. Mas um novo paradigma está em construção. Nos últimos anos, os chineses se sofisticaram, e hoje não estão de olho apenas em oportunidades no setor de infraestrutura, energia e serviços. “Há um grande interesse do capital de tecnologia chinês em vir para o Brasil”, afirma In Hsieh, CEO da China–Brazil Internet Promotion Agency. E esse interesse existe a despeito das turbulências políticas que chacoalham o País. “Os chineses se preocupam com a corrupção, mas isso não os impede de aproveitar oportunidades”, observa Paulo de Tarso, líder do Chinese Services Group da Deloitte. Esse cenário leva o mercado a crer que o apetite desse tipo de investidor por ativos brasileiros permanecerá alto no ano que vem. “Os chineses querem comprar ativos em liquidação e gostam de entrar na crise. Por isso, independentemente das eleições de 2018, acredito que continuarão a buscar oportunidades no País”, avalia Guilherme Malouf, sócio do Machado Meyer Advogados.


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Capital Aberto


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